Fernanda Cruz – Repórter da Agência Brasil Pesquisa que mapeou escolas brasileiras e estrangeiras mostra que o ensino integral no ensino médio ajuda a superar as desigualdades em questões como inclusão social, autonomia, etnia, raça, gênero e sexualidade. O estudo foi divulgado hoje (2), na capital paulista, durante o Seminário Internacional Educação Integral e Ensino Médio: Desafios e Perspectivas na Garantia da Equidade, promovido pelo Centro de Referências em Educação Integral, Instituto Unibanco e Cidade Escola Aprendiz. Foram selecionadas 29 escolas (12 delas estrangeiras), que se destacaram pela qualidade na educação ao vencer prêmios ou por indicação de secretarias municipais e estaduais de educação. Os pesquisadores escolheram instituições de países como Estados Unidos, Afeganistão, Peru e Argentina. “São países que têm um tipo de trajetória muito semelhante à nossa, que têm com necessidade de reafirmar a integralidade da educação, mas que ainda não conseguiram fechar a equação do desenvolvimento integral”, disse Julia Dietrich, gestora do Programa Centro de Referências em Educação Integral. Desenvolvimento integral Julia afirmou que o ensino integral não significa apenas a ampliação do tempo do aluno dentro do ambiente escolar e tem a ver com o desenvolvimento do indivíduo em suas múltiplas dimensões (física, intelectual, emocional e social). “Todo projeto político-pedagógico de escolas no Brasil quer formar cidadãos críticos, cientes do seu papel no mundo, capazes de transformar as suas realidades. O que a escola faz, na verdade, é inviabilizar esse processo. Cria cidadãos apáticos, fechados, com uma prioridade conteudista e não com uma abordagem do tipo: para que serve determinado conteúdo? O que a gente quer com isso?”. Ângela Meirelles de Oliveira, doutora em história e pesquisadora da USP, que também atuou na pesquisa, disse que o ensino vem sendo relacionado erroneamente à instrução no Brasil. “A gente tem que reforçar que a educação precisa lidar com o sujeito como um todo. Não pode só instruir um ser que não esteja minimamente protegido. Sem fome, sem preconceito ou não tendo sua integridade respeitada”, explica. Escola sem partido Para Ângela, a proposta defendida por setores da sociedade de escola sem partido representa uma falácia. “A gente sabe que ninguém quer doutrinação na educação, mas eles estão usando esse texto genérico para escamotear uma tentativa grave de controlar a fala de docentes. O grande estopim foi o que eles chamam equivocadamente da ideologia de gênero, o que não existe. O texto da lei abre para numerosos equívocos que acaba com a liberdade de opinião, com a própria noção de educação. Eles defendem que professor não é educador, um absurdo”, disse. A partir das conclusões do estudo, foram elaboradas 92 recomendações para as escolas interessadas em introduzir o ensino integral. Além de derrubar preconceitos, os pesquisadores recomendam o fortalecimento da autonomia do estudante, a possibilidade de intervir no seu próprio currículo escolar, nas decisões da escola e a promoção da diversidade.
Sinterp-MA participa de reunião da FITRAE-NE
O diretor de Finanças do Sinterp-MA e vice-presidente da Federação dos Trabalhadores do Ensino Privado do Nordeste (FITRAE/NE) – entidade que reune sindicatos da região nordeste em torno das demandas da categoria -, Maurício Serrão, participou nos dias 19 e 20 de julho, de reunião da Fitrae-NE, em Maceió (AL), quando foi feita a retirada de delegados para participarem do Congresso Nacional da Contee. O Congresso Nacional da Contee (CONATEE), acontece entre os dias 26 e 28 de agosto, na cidade de São Paulo (SP). Para representar o Maranhão no evento, foram indiciados como delegados os dirigentes do Sinterp-MA Jorge Lobão (presidente) e Maurício Serrão (diretor de Finanças).
Lançada Frente Nacional contra o Projeto Escola sem Partido
Entidades e movimentos sociais se unem contra projeto que está sendo considerado como “lei da mordaça” na educação “Estudante na escola tem direito de pensar. Escola sem Partido é ditadura militar”. Puxado por grupos de alunos e militantes de diversas entidades do movimento estudantil, foram vários os momentos do encontro em que o grito tomou conta do ambiente. Eram centenas de pessoas espremidas num auditório lotado. Passavam de cem também as instituições e movimentos sociais representados — entre eles, a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz). Com enfoques os mais diversos, os discursos convergiam no apelo à unidade em prol de uma causa comum: o combate, nos parlamentos e nas ruas, ao projeto de lei que quer limitar conteúdos e práticas escolares para acabar com uma suposta “doutrinação” na educação brasileira. Batizado de ‘Escola sem Partido’ pelo movimento que o criou, por onde passa o projeto tem recebido outros nomes. Em Alagoas, por exemplo, foi aprovado na Assembleia Legislativa como ‘Escola Livre’. No evento que reuniu educadores, estudantes, sindicalistas e militantes da educação no Rio de Janeiro no último dia 13 de julho, o nome adotado foi um pouco diferente: ‘lei da mordaça’. (Leia mais sobre o projeto) O encontro marcou o lançamento de uma Frente Nacional contra o projeto Escola sem Partido, que foi identificado pela maioria dos presentes como uma das maiores ameaças colocadas à educação pública na atual conjuntura brasileira. Destacando a presença cada vez mais visível de discursos conservadores em relação às famílias, associados a uma mercantilização da religião, o professor Gaudêncio Frigotto, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que fez a fala de abertura do encontro, foi direto: “Não podemos deixar esse projeto ser aprovado porque, com ele, a direita fascista terá não só a persuasão mas também a guilhotina”. Isso porque o texto do projeto de lei — que foi elaborado pelo movimento Escola sem Partido e distribuído a parlamentares nas esferas nacional, estadual e municipal — prevê que os professores que incorrerem em prática de “doutrinação”, descumprindo alguma das proibições que o PL estabelece, devem ser denunciados ao Ministério Público. Entre os seis pontos que o projeto impõe como obrigações ou proibições legais ao trabalho em sala de aula estão questões imprecisas e polêmicas, como a garantia de que o professor não “cooptará” os alunos para correntes políticas ou ideológicas (além de partidárias) e de que ele “respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções”. Afirmando a importância da reação coletiva e a necessidade de resistir às ameaças institucionalizadas que o projeto representaria, Gaudêncio brincou: “Haja cadeia!”. Fundamentalismos “Por que não estamos contando boas piadas sobre esse projeto?”. Essa é, na avaliação de Roberto Leher, professor, pesquisador e reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que fez a fala de encerramento do encontro, a pergunta que o campo da educação precisa se fazer neste momento. Isso porque, segundo ele, alguns anos atrás, quando o movimento Escola sem Partido foi criado, ele seria, no máximo, alvo de ridicularização, pelo seu caráter “risível” e “inconstitucional”. “Mas hoje estamos aqui”, ressaltou, destacando o espaço que essa iniciativa ganhou nos parlamentos, o que, no nível federal, se expressa, por exemplo, na presença de vários representantes de setores ultraconservadores na Comissão de Educação da Câmara. O mais “preocupante”, destacou, é que esse projeto agora encontra espaço num governo que carece de “legitimidade e legalidade”. “Ele começa a entrar de forma capilarizada no governo central do país”, alertou, lembrando que o ministro interino da educação, Mendonça Filho, se reuniu com o ator Alexandre Frota e representante do Movimento Revoltados On Line para ouvir sugestões sobre política educacional e que, nesta semana, o mesmo ministro nomeou como seu assessor especial Adolfo Sachsida, um pesquisador que já se declarou defensor do Escola sem Partido e, segundo Leher, já teria se manifestado em redes sociais não só pela criminalização da liberdade de pensamento mas também por iniciativas como a ‘cura gay’. Como outros casos que marcaram a curta trajetória do governo interino, o assessor foi exonerado menos de 24 horas depois da nomeação. Para Leher, a peculiaridade deste momento, no Brasil e no mundo, é o fato de — como nem sempre acontece — a “aliança econômica da burguesia” precisar estar associada com a pauta da ultradireita. Segundo ele, essa tem sido a principal saída encontrada para a crise, o que, na sua leitura, significa um caminho para retomar as taxas de lucro do grande empresariado. “Para isso, foi preciso destituir um governo com o apoio da bancada ultrafundamentalista. Portanto ,a relação do governo com essa bancada é intrínseca, um depende do outro”, disse. E alertou: “Estamos diante do que Walter Benjamin chamou de ‘aviso de incêndio’”. Gaudêncio também localizou o Escola sem Partido na origem de um “golpismo” que, nas suas palavras, atingiu não apenas ou principalmente o governo Dilma Rousseff, mas sim o que ele chamou de “parca sociedade democrática” brasileira. A gênese mais imediata desse processo estaria, segundo o professor, num certo “estado de exceção” imposto pelo neoliberalismo quando, no Brasil e no mundo, os bancos centrais se tornaram “ad hoc” dos governos, substituindo as decisões do conjunto da sociedade. Mas, no que diz respeito à escola pública, Gaudêncio identificou o Escola sem Partido como herdeiro também de um processo de “desautorização” e privatização que vem se dando desde a década de 1980. Segundo ele, esse ataque à autonomia da escola começou pela gestão, crescentemente contaminada por uma lógica privada, muitas vezes até com gestores privados. Em seguida, disse, mirou-se nos professores, que passaram a ser alvos de “especialistas que dão as regras do bem ensinar”, processo que culminou com a disseminação de apostilas e sistemas de ensino padronizados produzidos por entidades ligadas a grandes grupos empresariais que são vendidos para as secretarias de educação. Nesse trajeto, destacou Gaudêncio, assistiu-se a um “sequestro paulatino da função do mestre”. “Agora querem tomar a palavra do professor, dizer o que ele
Sinterp-MA disponibiliza CCT 2016-2017 para consulta
Já está disponível para consulta na página do Sinterp-MA, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT 2016-2017) dos trabalhadores em estabelecimentos de ensino da rede particular, que estabelece direitos e benefícios resultantes de negociação entre a entidade laboral e a patronal. A CCT tem validade até o dia 28 de fevereiro de 2017 e abrange trabalhadores de São Luís e mais de 200 outros municípios maranhenses. A CCT traz a nova tabela de salários – que teve reajuste de 11%- e também as formas e prazos de pagamento. A norma traz ainda os salários de recesso, e benefícios como adicionais, gratificações, auxílios; normas sobre admissão, demissão e modalidades de contratação; Relações de Trabalho; Condições de Trabalho; Normas de Pessoal e Estabilidades Qualificação/Formação Profissional; gratuidade; bolsa de estudo; calendário escolar; jornada de trabalho, entre outros.
Lei Brasileira de Inclusão completa um ano
Com punições para atitudes discriminatórias e com mudanças em áreas como a educação, a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), que foi criada há um ano (em 6 de julho de 2015) e entrou em vigor há seis meses (em 2 de janeiro de 2016), representou um grande avanço na inclusão de pessoas com deficiência na sociedade. — A lei avança na cidadania das pessoas com deficiência ao tratar de questões relacionadas a acessibilidade, educação e trabalho e ao combate ao preconceito e à discriminação. Ela cria um novo conceito de integração total. Questões que eram desconsideradas agora terão que ser discutidas — afirma o senador Paulo Paim (PT-RS), que foi o principal responsável por iniciar o debate sobre a Lei Brasileira de Inclusão no Congresso Nacional há 15 anos, quando era deputado federal. Ao chegar ao Senado, Paim reapresentou a proposta, que acabou sendo finalmente aprovada. Para o senador, a lei é uma revolução que beneficia 46 milhões de pessoas com deficiência. A norma, que também é chamada de Estatuto da Pessoa com Deficiência, recebe elogios até mesmo fora do Brasil. No âmbito da inclusão escolar, a Lei Brasileira de Inclusão obriga as escolas privadas a acolher os estudantes com deficiência no ensino regular e a adotar as medidas de adaptação necessárias sem que nenhum ônus financeiro seja repassado às mensalidades nem às matrículas. A Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), que representa as escolas particulares, questionou a norma por acreditar que ela comprometeria o orçamento dos estabelecimentos de ensino. Em junho, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter a exigência, considerando-a constitucional. DIFICULDADES O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) — pai de Beatriz, que tem síndrome de Down — considera fundamental o incentivo previsto na lei e defende que as pessoas com deficiência têm que estar na escola regular com os outros alunos. De acordo com ele, a relação é benéfica para os dois lados. — Estamos superando a lógica da exclusão, na qual pessoas com deficiência vivem em escolas separadas. A inclusão é boa não só para as pessoas com deficiência, mas para as outras pessoas também, já que elas vão encarar o mundo com maior diversidade. Todos ganham com a inclusão — diz o senador. A funcionária pública Musa Vila Nova tem um filho autista de 6 anos. Ela diz que a principal dificuldade que enfrentou na vida escolar de Júlio foi fazer o colégio entender que, mesmo não tendo um grau de autismo severo, a criança necessitava de acompanhamento terapêutico. Além disso, a mãe disse sentir falta de material pedagógico especializado e de cursos de capacitação para os professores e os demais profissionais que convivem com essas crianças. — Tive dificuldade em colocar um auxiliar terapêutico lá dentro, mesmo eu pagando. Para eles [a escola], é difícil entender que a criança não pode estar em uma sala com muitos alunos porque o barulho incomoda muito. Também é ruim não existir nenhum material especial elaborado pela escola para a aprendizagem desses alunos, já que eles são visuais e não aprendem como as demais crianças — explica. Capacitação Musa ressalta que qualquer ação, por menor que seja, voltada para a inclusão das pessoas com deficiência no ensino regular deve ser comemorada. Ela diz esperar que as escolas se sensibilizem com a Lei Brasileira de Inclusão e que haja fiscalização das normas previstas. — É importante a escola entender que essas crianças podem se beneficiar do convívio social. Não haver taxas extras vai ajudar bastante vários pais e mães, já que os custos são muito altos para a estimulação dessas crianças — diz. O consultor legislativo da área de Cidadania e Direitos Humanos do Senado Felipe Basile explica que, apesar do avanço na educação inclusiva, a Lei Brasileira de Inclusão não prevê capacitação de professores. Para ele, uma solução para essa falta de incentivo seria uma parceria entre as escolas e o poder público para que juntos criem condições melhores de receber os alunos com deficiência. Basile acredita que o questionamento dos próprios estabelecimentos de ensino no STF demonstra que a exclusão, as barreiras e a discriminação são fruto de um aspecto cultural. Para ele, o país ainda precisa educar para a inclusão, de modo que as diferenças sejam respeitadas, e não discriminadas. — Se esse aspecto de educação e cultura forem bem trabalhados, não precisaremos de leis que promovam a inclusão e garantam direitos, porque a pessoa com deficiência passará a ser uma pessoa com condições plenas de exercer seus direitos como qualquer outra. Como isso ainda não acontece, a lei traz remédios bem valiosos para avançarmos nesse quesito — afirma. Comissão vota projeto que reforça ensino inclusivo A Lei Brasileira de Inclusão assegura um sistema educacional inclusivo. Tal medida, no entanto, não está clara na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Um projeto que busca resolver esse problema está na pauta da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado (CE) e pode ser votado nesta terça-feira (5). O PLS 208/2016, do senador Romário (PSB-RJ), estabelece que os sistemas de ensino tenham programas e ações para jovens e adultos com deficiência. Essas ações podem ser feitas em parceria com as famílias e em articulação com órgãos de saúde, assistência social e direitos humanos. Para Romário, a inclusão dessa medida na LDB vai facilitar o acesso dos alunos com deficiência a serviços que garantam o pleno exercício de direitos. O voto do relator na CE, senador Paulo Paim (PT-RS), é pela aprovação da proposta. O projeto vai ser analisado em decisão terminativa. Se for aprovado pela comissão e não houver recurso para votação no Plenário, irá para a Câmara. Escola do DF incentiva integração de alunos com deficiência O Centro de Ensino Fundamental (CEF) 1, na Asa Norte, em Brasília, é considerado bom exemplo de escola pública inclusiva. Segundo a psicóloga Paola Cecília Duarte, o colégio conta com um projeto pedagógico especial. Os professores são sensibilizados para que entendam o caso de cada aluno e preparem material diferenciado para os que têm deficiência. A
NOTA DE ESCLARECIMENTO: TAXA DE FORTALECIMENTO
O SINDICATO DOS TRABALHADORES EM ESTABELECIMENTO DE ENSINO DA REDE PARTICULAR DO ESTADO DO MARANHÃO – SINTERP/MA, entidade sindical de primeiro grau, inscrita no CNPJ sob o nº 06.351.936/0001-43, com endereço à Rua da Alegria, nº 56, Centro, São Luís/MA, vem, através desta, esclarecer que o desconto da taxa de fortalecimento prevista na Cláusula Trigésima Primeira da Convenção Coletiva firmada entre o SINTERP/MA e o SINEPE/MA, no importe de 8% (oito por cento), deve se incidir sobre o salário de julho dos trabalhadores sindicalizados. A supracitada taxa não representa redução na remuneração dos trabalhadores, vez que ao salário de julho deverá ser aplicado o reajuste salarial de 11% (onze por cento), previsto na Cláusula Quarta da CCT 2016/2017, o que representará, após o desconto da taxa, um acréscimo salarial de 3% (três por cento). Ressalte-se, por fim, que a taxa de fortalecimento é descontada somente 1 vez por ano, sendo destinada única e exclusivamente a manutenção das atividades sindicais, cuja atuação se materializa, dentre outros serviços, no fechamento da Convenção Coletiva que garantiu um reajuste salarial de 11% (onze por cento) para toda a categoria, bem como a manutenção de outros benefícios, tais como: gratuidade para os dependentes dos trabalhadores; gradação de descontos nas mensalidade do ensino superior; acréscimo salarial de 5% na remuneração mensal a cada cinco anos (quinquênios); férias coletivas; pagamento integral das férias, independentemente do tempo de serviço; licenças de até dois anos; dias vedados ao trabalho; recesso remunerado de 11 dias ao final do ano; além de uma atuação firme e diligente no combate às ilegalidades, sempre objetivando salvaguardar os direitos da categoria. São Luís/MA, 04 de julho de 2016 LUÍS JORGE LOBÃO BORGES Presidente do SINTERP/MA
Sinterp fiscaliza escolas em Caxias, Bacabal e Pedreiras
No período de 22 a 24 de junho, os membros do Sinterp-MA, Luís Jorge Lobão (presidente), José Ribamar Carneiro (Diretor Executivo) e Maurício Serrão (Tesoureiro), visitarão estabelecimentos de ensino da rede particular das cidades de Caxias, Bacabal e Pedreiras, com o objetivo de fiscalizar o cumprimento das normas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). A assessor jurídico da entidade, Diego Soares Costa, também acompanhará as visitas. Segundo o presidente do Sinterp-MA, professor Jorge Lobão, a medida cumpre o papel da entidade de verificar as condições de trabalho e possíveis abusos cometidos contra o trabalhador.
Sinterp-MA convida para Assembleia Geral Extraordinária
O Sinterp-MA convoca os sócios da entidade para participarem de Assembleia Geral Extraordinária, conforme abaixo. DIA: 15.06.2016 ( QUARTA-FEIRA), ÀS 18H. LOCAL: SEDE DO SINTERP – RUA DA ALEGRIA, 56, CENTRO, SÃO LUÍS-MA. PAUTA: RETIRADA DE DELEGADOS PARA PARTICIPAREM DO CONATEE 2016. Participe. A DIRETORIA
Educadores de Imperatriz terão reajuste de 10%
O Sinterp-MA assinou acordo que concede reajuste de 10% à categoria dos trabalhadores (as) em estabelecimentos de ensino da rede particular de Imperatriz, com retroativo de 7% ao mês de abril. O reajuste de 10% deve ser pago a partir do salário de junho. Todas as demais cláusulas sociais anteriores ficaram mantidas. A categoria deve denunciar o descumprimento de qualquer das cláusulas.
Sinterp assina CCT com reajuste de 11% para os educadores
O Sindicato dos Trabalhadores da Rede Particular de Ensino (Sinterp-MA) e o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino (Sinepe) assinaram nesta terça-feira (31), a Convenção Coletiva 2016, garantindo um reajuste de 11% aos educadores da rede particular, com base no salàrio de março. Com o reajuste, o piso salarial dos administrativos passa para R$ 927,57 (novecentos e vinte e sete reais e cinquenta e sete centavos) e o piso dos vigilantes passa para R$ 990,00 (novecentos e noventa reais). Este ano, a negociação exigiu forte atuação da comissão do Sinterp-MA, diante da inicial intransigência do Sindicato Patronal, que se recusava a repassar qualquer valor acima de 9,3%, alegando prejuízos advindos da crise econômica. O Sinterp levou o caso ao Ministério Público do Trabalho (MPT), e anunciou panfletagem e anúncios em carros de som na porta das escolas, além de ação trabalhista para garantir o reajuste. “Não cedemos à pressão e atuamos por meio da mobilização para buscar este direito dos trabalhadores”, pontua o presidente da entidade, professor Jorge Lobão. A CCT 2016 mantém todas as garantias previstas nos anos anteriores.